terça-feira, 9 de março de 2010

Campeche_e_arredores...

Mais de um mes jah se passou do final das minhas ferias e eu nao tinha postado nada a respeito. Hoje, mais inspirada do que ontem, vou escrever um pouco sobre o melhor passeio que fizemos na ilha da magia. Mais especificamente numa ilha inserida em outra ilha: a do Campeche. Quando resolvemos que iriamos ficar aqui pelo sul eu logo dei a ideia pra ficarmos em Campeche. Querem saber o por que?! Bem, foi mais pela sonoridade do nome mesmo (!). Lembro de uma vez perguntar pra uma colega de aula onde ela tinha ido passar as ferias, e ela havia respondido: em Campeche. Desde entao o lugar me despertou curiosidade e como tinhamos que escolher um dentre os varios destinos de Floripa, nao hesitei: tambem quero ir pra Campeche!!! Pesquisamos uma pousada pela internet (acessivel ao nosso bolso), arrumamos as malas e pegamos a 101. Nao fosse o GPS ter nos informado o endereco errado, teriamos chegado ao destino cerca de uma hora antes, a sorte que eu lembrava do nome da rua principal: Pequeno Principe. Campeche fica localizada ao sul da ilha de Florianopolis, onde o mar eh um pouco mais frio, as ondas mais agitadas e a areia, em certos trechos, mais grossa e fofa. Em compensacao com uma ilha a uma distancia muito proxima da beira da praia.

Ao pesquisar na internet sobre a ilha de Campeche nao encontrei muitas informacoes, porem fotos belissimas. Por muita sorte conseguimos pegar um bote para a ilha no ultimo dia, mas sugiro nao deixar este passeio para o final a nao ser que consiga fazer uma reserva antes. O que acontece eh que nem todo dia o mar esta liberado para o passeio alem do que eh controlado o numero de turistas que visitam a ilha. Pelo que nos informaram ha passeios de barco que saem da praia da Armacao e da Barra da Lagoa, alem de botes que saem direto de Campeche. O dia em que tentamos pegar o barco na Barra, o passeio estava suspenso e quando tentamos ir de bote tivemos que colocar os nomes numa lista de espera (a frente uma excursao de argentinos) e esperar cerca de uma hora ateh conseguirmos liberacao. O valor da "passagem" foi de R$40,00 (meio salgadinho) e cerca de 5 minutos no mar estavamos do outro lado. Tanto indo de bote quanto de barco eh permitido levar cadeiras, guarda-sol, bolsas, e principalmente filtro solar (cof cof): o que evitara uma sapecada que senti na pele, mais especificamente, no rosto. Na ilha funcionam dois restaurantes, mas sintam-se a vontade pra levar uma marmitinha e farofarem na areia. A comida (leia-se bebida tambem) eh muito cara e as porcoes, sempre pra duas pessoas, deixam a desejar, sem falar que se ficar desatento, os quatis vem furungar no seu prato ou roubar seus pertences (fomos avisados pelos guias). Chegamos as 11 da manha e retornamos as 15:30 (tempo suficiente). A agua transparente, a areia fina e branquinha e os barcos que fazem a travessia dos turistas ajudam a deixar a paisagem assim: paradisiaca...

A ilha tambem oferece atividades como mergulho e trilhas pela mata. Desta vez ficamos so contemplando a paisagem, mas com certeza este eh um lugar que merece ser visitado em outras oportunidades...


Um comentário:

Fernanda Muller disse...

Um agradecimento especial ao amigo Joao que foi nosso guia turistico particular na Lagoa da Conceicao, companheiro do pastelao e de todos os papos furados...